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TRADUÇÃO

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PORCOS-ESPINHOS Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Beijos nos corações
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos.
Assim eles se agasalhavam e se protegiam mutuamente.
Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos.
E justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso, eles decidiram se afastar uns dos outros.
E voltaram a morrer congelados. era preciso, então, fazer uma escolha:
Ou desapareceriam da terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, os porcos espinhos decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar.
O mais importante, eles sabiam, era o calor do outro.
E assim sobreviveram.
O melhor de um relacionamento não é unir pessoas perfeitas.
É conseguir que cada um aprenda a conviver com os defeitos do outro e a admirar suas qualidades.
Se os porcos espinhos aprenderam a viver assim, nós, humanos, podemos fazer muito mais, né mesmo?
Lindo final de semana para todos



(Ganhei esta imagem de uma pessoa muito especial para mim. Obrigada meu querido, eu simplesmente TE ADORO!)
Se parece ingênuo que eu acredite nas pessoas, que me chamem de tola.
Se parece impossível que eu queira ir onde ninguém conseguiu chegar, que me chamem de pretensiosa.
Se parece precipitado que eu me apaixone no primeiro momento, que me chamem de inconseqüente.
Se parece imprudente que eu me arrisque num desafio, que me chamem de imatura.
Se parece inaceitável que eu mude de opinião, que me chamem de incoerente.
Se parece ousado que eu queira o prazer todos os dias, que me chamem de abusada.
Se parece insano que eu continue sonhando que me chamem de louca.
Só não me chamem de medrosa ou de injusta. Porque eu vou à luta com muita garra e muita vontade de acertar.
E foi lutando que eu perdi o medo de ser ridícula. De ser enganada. De ser mal entendida.
Perdi, na verdade, o medo de ser feliz.
Não me incomoda se as pessoas me vêem de forma equivocada.
O importante mesmo é como eu me vejo...
Sem cobrança. Sem culpa. Sem arrependimento.
A gente perde muito tempo tentando agradar aos outros. Tentando ser o que esperam de nós.
Eu sou o que sou e não peço desculpas por isso.
No meu caminho até aqui, posso não ter agradado a todo mundo, mas tomei muito cuidado para não pisar em ninguém.
Sendo assim, me chame do que quiser, eu não ligo...
Porque eu só atendo mesmo quando chamam pelo meu nome, que eu tenho o maior orgulho de carregar.
Lena Gino
